Espaço de "descanso". O que é mais gostoso, elogiar ou criticar? Eu acho mais gostoso elogiar, é uma ação imbuída de fluidos positivos, alegria, sorrisos, solidariedade, compartilhada pelo sucesso, beleza, conquista, seja no ramo que for.
O PROTESTO DAS ARTES – 07/12/2008 AONDE HOUVER UM ARTISTA, NÃO EXISTIRÁ UM VAZIO! Texto -Ana Maria Lisbôa Mortari A iluminada manhã de primavera brindou os paulistanos que visitaram o Parque do Ibirapuera neste primeiro sábado de dezembro.
Como é possível um "feliz natal" quando o convidado indesejado é Caio (Leonardo Medeiros). O filme Feliz Natal de Selton Mello, desculpem-me, é ruim demais. Não é fácil tratar da escuridão profunda com competência. É preciso cultura, leitura, quilometragem.
Voltei à bienal do vazio hoje, fruto de um misto de masoquismo e incredulidade. Masoquismo porque sabia que ia sofrer novamente, e incredulidade porque continio a me perguntar: Será que pode MESMO se tão ruim assim? Mais uma vez vi uma mostra vazia e esvaziada, frouxa, fraca, medíocre, pobre, decepcionante.
Blocos de espuma cinza espalhados perto da porta de entrada da Bienal, sensação de caos e desorganização. Mais "bienal do vazio", artigo de Aracy Amaral sobre a 28ª Bienal de São Paulo, no Estadão de 31 de Outubro de 2008: Esta Bienal… reflete a arte contemporânea?
A fila para andar de tobogã. Mais Bienal do Vazio, transcrevo abaixo artigo de Jorge Coli na Folha de São Paulo 09/11/2008 "O título deste “Ponto de fuga” está na coluna de Barbara Gancia – Esta Bienal… reflete a arte contemporânea? Um artigo que lavou a alma. Enfim, alguém berrou: “O rei está nu”.
Minha visita à Bienal hoje à tarde se iniciou por aqui, a Praça do Porquinho no Parque do Ibirapuera. O enorme vazio da 28ª Bienal de São Paulo. A favelização da ARTE. O auditório principal no 3º Andar, vazio. O piso pintado pela artista Dora Longo Bahia, e os móveis estilo Casas Bahia sem acabamento.
Tomei coragem, minha mulher foi fazer algo mais interessante e eu fui visitar a "bienal do vazio" neste domingo quente, duas da tarde e Parque do Ibirapuera lotado. Descobri que, além de ser péssima, a 28ª Bienal de São Paulo presta um desserviço à ARTE, nivelando-a por baixo, favelizando-a.
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