
Minha visita à Bienal hoje à tarde se iniciou por aqui, a Praça do Porquinho no Parque do Ibirapuera.

O enorme vazio da 28ª Bienal de São Paulo.

O auditório principal no 3º Andar, vazio.

O piso pintado pela artista Dora Longo Bahia, e os móveis estilo Casas Bahia sem acabamento.

Sucesso de público, o tobogã grátis. Fila para entrar no 3º andar e platéia ao chegar no térreo.

O artista Mauricio Ianês que iniciou nú temporada de 15 dias sem falar, vivendo na Bienal apenas daquilo que recebe dos visitantes.


qual é a melhor parte?
O cheiro?
.
.
.
.
.
ahaha. Bela foto da instalação
” toulouse Lautrec e a louça”
Melhor porque limpo, bem pintado, funcional, sem cheiro.
Agora, mesmo que houvesse algum fedor no banheiro, seria um fedor real, até tolerável, e não o intolerável fedor de podridão da instituição, que se sente em cada milímetro quadrado dos três andares vazios…
que ridículo, hein?
abç