Em 2003 fiz uma lista dos Artistas que admiro, com as respectivas datas de nascimento, e cujos livros estão na minha biblioteca.
#waltercio caldas
Sandra Pierzchalki ao lado de pintura de Antonio Malta Campos, a autoria do trabalho à direita é desconhecida. Exposições coletivas de artes plásticas sem identificação individual das obras, de forma legível e de fácil acesso, são um desrespeito ao espectador, em qualquer lugar do mundo, seja qual…
Na Galeria Ricardo Camargo, exposição de parte da coleção de Bruno Musatti. Encontrei três obras que me interessaram, da esq. para a direita, Mira Schendel, Antonio Dias e Waltercio Caldas.
Waltercio Caldas – Escultura para todos os materiais não transparentes, mármore e madeira, 143 x 102 cm, base 69 x 200 x 161 cm, 1985 Minha mãe foi e adorou. Vários amigos já foram e recomendaram. Eu ainda não fui, mas preciso ir.
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A verdade é relativa, há sempre no mínimo duas versões... Nós aqui na Brasucolândia temos sido mestres absolutos em relativizar a verdade, enquanto o Inhotim sobreviver, a verdade será que ele está pr…
FéfStiks, tá rolando uma campanha "contra" Inhotim. Mas vá lá e veja o que ele está deixando e lembre seus estudos de história: não há instituição cultural deste porte que tenha sido feita sem polêmic…
Oswaldo, em ficando para nós, o povo, tá limpo...
Muitos gênios das artes e engenhosidade humana foram patrocinados por grandes micenas desde a Arte Antiga: a arte sempre moldou,mudou e move o mundo! Sem Bernini, Leonardo Da Vinci, Rembrandt, Miguean…
Você está coberto de razão Dagno! Antes o mundo moderno tivesse mais mecenas!
Me lembrava bem da obra mais antiga do Milton Machado, cujo trabalho sempre admirei, dentro de uma área próxima ao Waltercio Caldas,, utilizando em seus trabalhos palavras e conceitos com maestria e elegância cabalística.
Esta exposição do Milton Machado no Instituto Tomie Ohtake reavivou em mim, no entanto, a crítica que faço ao crescente uso da fotografia pelos artistas plásticos, que em sua grande maioria acabam DILUINDO seus trabalhos pelo uso desta técnica.
Faltou nesta exposição o “punch” no estômago, aquela sensação inequívoca de surpresa, prazer, curiosidade e, sobretudo, estranheza, que se obtém quando se está na frente de uma grande obra de arte, e que obtive nos trabalhos mais antigos do Milton, assim como venho obtendo na obra do Waltercio, por exemplo.
Não que eu seja contra a técnica. Já fui, mas não sou mais, e cito excelentes artistas plásticos trabalhando com fotografia:
Allan Sekula e Candida Höfer, artistas cujo trabalho conheci na Dokumenta 11, Axel Hütte, Caio Reisewitz, Rochelle Costi.
Fui à vernissage no ITO no dia 2/3/05, haviam poucas pessoas, talvez pelo fato do artista ser carioca, e o toque engraçado da exposição ficou por conta da presença contrastante de meia dúzia de intelectuais e 3 ou 4 senhoras finas que nadam de bóia na sociedade Harmonia de Tênis…
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A captura de uma imagem por uma ponta de lápis ou por uma câmera escura, para mim da no mesmo, são apenas suportes para uma outra fase ou estágio.
Pois é, Glauber, a minha perplexidade é justamente esta: Por que será que dilui ao utilizar a câmera escura??
tive a mesma sensação que vc. achei a expo desprovida de emoção, pra nao dizer meramente documental...
fernando, obrigada pela canja. agora vou ler 12 vezes o seu post para tentar entender do que se trata... hahahahahahah beijão!
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Ai hein!?-clocou o seu nome no meio dos bacanas;)eheheh
lembrei muito de voce em interlagos no domingo!tenho aqui na minha parede uma delicia de foto: voce pilotando a mercedes como fangio, de camisa polo e capacete. lindo!!beijoj
é a arte realmente nos preenche e nos permite transformar as coisas. e é mais perfeito ainda quando a gente ama e é amado por alguém q também ama a arte!!!!!!!!!
Esse ano a ano a Aldeias Infantis de Rio Bonito está completando 40 anos, nesse ano totalmente a-tipico, foi muito bom encontrar a Aldeias Infantis de Rio bonito nesse acervo