Trabalhei no escritório do arquiteto Salvador Candia de 1972 a 1974. O escritório se situava no Edifício Vicente Filizola, à R. Xavier de Toledo 65, bem em frente à Biblioteca Municipal na Praça Dom José Gaspar, centro de São Paulo No térreo do edifício existia naquela época uma loja das Balanças Filizola.
O fotógrafo German Lorca hoje, na abertura de sua exposição no Museu de Arte Moderna – MAM, no Parque do Ibirapuera. Ao seu lado, Eder Chiodetto. Lorca, que completerá 90 anos no próximo dia 28 Maio, está incrivelmente bem e ativo, preparando sua exposição no Instituto Tomie Ohtake, a primeira de fotos coloridas.
Por dentro, o Auditório do Memorial da América Latina é um grande teatro, correto, com uma bonita tapeçaria em uma das paredes laterais, da Tomie Ohtake. Pousada na curva da rampa a Pomba de Ceschiatti fundida em bronze tem 2,20m de altura e envergadura de 3,00 m.
A FEAUSP, na Cidade Universitária, em ritmo de PAC. A escultura de Tomie Ohtake que havia neste local, péssimamente mal executada, deve ter sido recolhida ao lixo, ou talvez à sucata. Sobraram só as placas de inauguração… A foto acima é do dia 13/3/09. Já tratei deste assunto aqui e aqui e aqui.
Estive ontem na FEAUSP, na Cidade Universitária para palestra do Prof. James Austin, da Harvard Business School, "A CRISE E SEUS IMPACTOS SOCIAIS?". A palestra foi muito interessante, e o Prof.
Fui me informar melhor e apurei o seguinte: Em frente ao prédio da Faculdade de Economia e Administração da USP, na Cidade Universitária, um enorme pano negro cobre uma escultura da artista plástica Tomie Ohtake de 2008. O projeto original e a execução da obra.
. Prestem atenção, crianças, que eu não vou repetir!!! Na vernissage do Dudi Maia Rosa no Instituto Tomie Ohtake, Ronaldo Graça Couto, eu e o Dudi, em foto da Denise Andrade.
Texto do Dudi Maia Rosa: O arquiteto Louis Kahn disse que um tijolo tinha vontade própria. Eu olhei para plástico e vi o contrário desse tijolo adâmico criado pelo homem, que adquiriu vontade própria, aspirando ser catedrais, palácios, casas, coisas nobres etc… Esse destilado de sangue negro de…
Uma das boas exceções: Caio Reisewitz Fui ver no Instituto Tomie Ohtake uma exposição de 60 artistas denominada "Geração da Virada 1995-2006" com curadoria de Agnaldo Farias e Moacir dos Anjos. Com as já clássicas exceções, meia dúzia no máximo, me pareceu muito frouxo e ralo o trabalho desta turma.
Comentar