Amor aos Pedaços ou O Tarado de Itanhaém (Porquê ressuscitei este texto de 22 anos atrás: Conheci recentemente Itanhaém, e fiquei impressionado com a pobreza e a carência da cidade…) Sandra e eu fomos ao teatro assistir a comédia “Vestir o pai”, de Mário Viana, com Karin Rodrigues, dirigida por Paulo Autran.
#karin rodrigues
Em 14 Dezembro 1999 lancei meu primeiro livro de poesias e desenhos “aqui tem coisa” pela Editora DBA, na A Estufa do Leo Laniado, na R. Wizard 53 na Vila Madalena. Foi um evento alto astral, veja aqui. Menos de um ano depois em 27 de junho (terça-feira), às 20hs na Livraria Spiro na Al.
Foto: Marizilda Cruppe/Agência O Globo Acabo de voltar do velório do Paulo Autran, fui dar um abraço na viúva, Karin Rodrigues. Tive o privilégio de conviver com este casal maravilhoso, bem humorado, de bem com a vida. Pessoas super especiais. O Paulo vai fazer falta.
Recebo da minha amiga Sylvia Moreira as fotos do almoço de seu aniversário de 54 anos. Ao fundo, em tons laranja minha tela "Olho no ovo", e embaixo dela a aniversariante de branco.
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Estou retornando à ativa... O que é nossa vida senão a busca pela felicidade através de nossas conquistas?! Estamos dia-a-dia conquistando espaços para sermos muito mais do que apenas nós, mas sim nós…
aaaaaaaaaaaaaaaaa! é o meu amigo e querido paulo autran que está na sua frente? reconheço ele de longe! ô que maravilha, fernando, que maravilha. amo esse homem. ele lê todas as minhas peças, me de…
[...] e é aí que entra a poderosa lembrança da batedeira… Grande parte do alemão que falo hoje ("Küchen Deutsch"), devo a Nani, o apelido que eu e meus irmãos usávamos com a Dona Frola. é isso…
Fomos ao teatro ver “Vestir o pai”, com Karin Rodrigues dirigida por Paulo Autran. Hilário, excelente!
Saindo, fomos jantar no La Tartine, vizinho do Mestiço e muito gostoso, sempre com lugar, ao contrário do Mestiço, sempre lotado.
Nas mesas ao lado desenrolam-se conversas que nos chamam a atenção.
Ele alto, forte, 45 anos, grisalho nas têmporas, cara de serial killer, prolixo, voz alta e pausada, ela, mignon, gostosinha, parda, sorriso semi-cretino nos lábios, excelente ouvinte.
Atrás de nós outro casal curioso, ele jovem gatão gringo de mãos bonitas e costas largas, na segunda caipirinha tripla, ela mulata esguia, cabelos anelados, insinuosa e sorridente, no segundo balde de dry-martini.
Depois conto mais, anotamos tudo…Estas histórias poderão se chamar “Amor aos pedaços” ou “O tarado de Itanhaém”…
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Oi, StickelEssas observações, esses achados sonoros, eu exercitava, quando morava no Rio, caminhando no domingo pela orla do Leblon.Fragmentos sonoros que, remendados ou emendados, dariam um registro…
Fernando, o La Tartine é uma delícia mesmo.Também sou uma observadora ..aliás em Sampa um restaurante em que não se tem a menor privacidade é o Parigi.Beijo
8^D
isso é cinema, só falta decupar
[...] Prometi a história completa, ei-la: [...]
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Não sei o porque desse texto ....Faz algum tempo que acompanho seu blog. Eu, 21 anos aspirante a jornalista e historiador, paulistano nato e com um olhar nostálgico para o mundo mesmo com essa pouca i…
mild sorriso ... primeiro pelo texto, depois pelo comentario... voce nunca d'escreve tanto e suas observacoes me fazem viajar no relato. parece que eu to vendo... hoje ja eh sabado... que ele termine…
oI, StickelSei não, a indicaçaõ do La Tartine, pelo preço e pela oferta mais fácil de lugares, pareceu-me interessante.Mas as figuras descritas, e as descrições das situações, levam-me a seguinte perg…
Haha.. olhar meloso para dizer "vamos rachar o prato, certo?" mao de vaca! Bibiotecaria? Hmmm talvez a conheca, mas espero que eu nao tenha o mesmo sorriso cretino..
[...] aqui outro flash da vida real. é isso, por fernando stickel [ 15:03 ] Link para este post Comente [...]