Fomos ao teatro ver “Vestir o pai”, com Karin Rodrigues dirigida por Paulo Autran. Hilário, excelente!
Saindo, fomos jantar no La Tartine, vizinho do Mestiço e muito gostoso, sempre com lugar, ao contrário do Mestiço, sempre lotado.
Nas mesas ao lado desenrolam-se conversas que nos chamam a atenção.
Ele alto, forte, 45 anos, grisalho nas têmporas, cara de serial killer, prolixo, voz alta e pausada, ela, mignon, gostosinha, parda, sorriso semi-cretino nos lábios, excelente ouvinte.
Atrás de nós outro casal curioso, ele jovem gatão gringo de mãos bonitas e costas largas, na segunda caipirinha tripla, ela mulata esguia, cabelos anelados, insinuosa e sorridente, no segundo balde de dry-martini.
Depois conto mais, anotamos tudo…Estas histórias poderão se chamar “Amor aos pedaços” ou “O tarado de Itanhaém”…
Fernando, eu adoro observar os tipos qdo vou a lugares. mas nem sempre consigo fazer isso, sem levar uma ‘bronquinha’ dos meus acompanhantes, que dizem que eu encaro demais. mas tem jeito de observar todos os detalhes sem encarar?? :-)bjus,
Oi, StickelEssas observações, esses achados sonoros, eu exercitava, quando morava no Rio, caminhando no domingo pela orla do Leblon.Fragmentos sonoros que, remendados ou emendados, dariam um registro bastante interessante.Sempre pensei em “montar” algo desse tipo, mas nunca cheguei aos “finalmente”.Espero os relatos finais do amigo!AbraçãoFernando Cals
Fernando, o La Tartine é uma delícia mesmo.Também sou uma observadora ..aliás em Sampa um restaurante em que não se tem a menor privacidade é o Parigi.Beijo
8^D
isso é cinema, só falta decupar