jaguar.jpg

A propósito do Ziraldo e do Jaguar, caras de pau.

Fui durante anos assinante de “O Pasquim”, adorava as charges do Jaguar e cheguei a contratá-lo para fazer a ilustração para o cartão de natal de uma empresa de engenharia onde eu trabalhava em 1976.

Do Ziraldo nunca gostei, nem como artista, nem como chargista, nem como humorista.

Agora, os dois entram para a mesma categoria que eles sempre combateram na época áurea de “O Pasquim”, juntamente com a “máfia de branco”, aqueles que mamam nas tetas do Estado.

Que pena.