De fato, José Alencar merecia um pouco de QUALITY TIME ao final da vida, um tempo para passar com a família sem precisar correr ao hospital de 15 em 15 dias….
Que faça boa viagem!
Por outro lado (tudo neste planeta tem dois lados…), reproduzo o comentário do Claudio Humberto:
“Ficou devendo
Quase canonizado em vida, José Alencar morreu recusando o gesto que se espera de todo homem que não é canalha: fazer exame de DNA em ação de reconhecimento de paternidade. Renegou a filha mais velha e insinuou que a mãe, enfermeira de Caratinga, era “prostituta”.”

ele não teve tempo de fazer o teste de dna para a filha bastarda, né? 😛
Pombo, ele ficou devendo essa…
José Alencar falava desta senhora com muita raiva .
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Fernando , que bom que o senhor voltou ! . Fico feliz , Legal !
Na minha simplicidade , gostaria de ( sugerir ) que ao inserir link´s para outros sites , faça-o de maneira que uma nova janela do navegador se abra a fim de evitar que as pessoas deixem o seu site / blog .
a quem estiver lendo,peço desculpas pelo meu modesto comentário!:-ele teve tempo sim!!,e muito tempo;só não o fez por talvez temer a verdade;o estado de saúde dele,não o impedia de fazer tal teste.
roberto
É aquela história: a pessoa parece fazer tudo certo, mas basta um porém que tudo muda. Eu tb pensei exatamente nisso, tempo ele teve, tanto que ela já usa o sobrenome dele, quando se negou ao exame o juiz concedeu por presunção.Uma lástima estragou a biografia por tão pouco, já perto do final da vida.Mas,que descanse em paz.
Que José de Alencar esteja em paz, mas…
Dada sua condição econômica, acho discutível pagarmos todos os altos custos de sua doença.
Um limite de custeio deveria haver e, daí em diante, seguro privado ou recursos próprios.
Contudo, os visíveis gastos envolvidos em suas exéquias e comemorações me desgostaram ainda mais.
Afinal, o que houve de tão importante em seu mandato, alem do bom humor com que encarou sua doença e o lulismo?
Justifica-se todo esse excesso de homenagens pagas, de novo, por nós?
Não achas não, Fernando?
abraço
Euduardo