O arquiteto, artista plástico e fotógrafo brasileiro Fernando Diederichsen Stickel contará suas experiências de convivência com a obra mais icônica do modernismo brasileiro na live “Eu vivi com o Abaporu”, a convite de Cristina Delanhesi, Presidente do Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba – MACS.
#tarsila do amaral
Edward Weston – Nude 1936 / Tarsila do Amaral – Abaporu 1928…
Eu convivi com o Abaporu durante mais de duas décadas! Leia a história aqui.
Com sua acidez e humor característicos, o jornalista Telmo Martino (1931-2013) noticiou em sua coluna social do Jornal da Tarde de 31/8/84 minha viagem a New York em setembro de 1984.
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INCRÍVEL!!!! MAIS UMA COINCIDÊNCIA!!! EM 2005 / OUTUBRO - ESTIVEMOS EU E MARIANNE NO MALBA E PUDEMOS CONTEMPLAR TODO ESTE MARAVILHOSO ACERVO. ALÉM DA MARAVILHOSA MOSTRA DE FRANK STELLA. AÍ ESTÁ NOVAME…
Recebi em Novembro do ano passado um comentário em um post do Sr. Manuel Miguez, relatando seu contato com meu pai, Erico Stickel, e lamentando seu falecimento:
Conheci o Dr. Erico, o João e a sua secretária, era uma pessoa que era, por demais humilde, que era querido por todos que o conheciam e que para todos tinha sempre uma palavra amável. Lembro-me do Abaporu ao lado de sua mesa, lembro-me da alegria que me deu ao comprar-me uma máquina de escrever.
Sinto-me menor sabendo de sua “passagem”.
Perguntei a ele por e-mail que máquina de escrever era, e o Miguez me respondeu:
Meu caro:
Foi uma máquina de escrever Olivetti Linea 98, manual, que seu pai comprou e eu entreguei na casa em que eles moravam na Rua dos Franceses, sendo que fui recebido pelo “japonês” que já havia se aposentado e havia chorado pensando que deixaria o trabalho, que já não era mais querido na casa.
Creio que o escritório era na Rua São Francisco, mas, eu, atualmente, moro na Espanha, e, devido ao tempo passado (seriam 28 anos) não estou muito certo, sei que era na rua que vai diretamente à passarela que cruza a Praça da Bandeira.
O mais importante que eu quero lhe dizer é que, com o seu pai, e com os dois funcionários com que ele ficou, eu tinha uma guarida naqueles dias em que as nuvens negras passam pela sua vida, que ali sempre havia coisas bonitas pra se dizer, sempre me ensinava alguma coisa.
Eu NUNCA podia imaginar a sapiência, e o bom gosto, da escolha de seu pai, para ser, segundo me informaram “um dos maiores possuidores de arte brasiliana”.
O que posso lhe dizer é que sabedor que sou de seu trabalho na Vila Brasilândia, fico muito contente, porque a minha casa, em São Paulo, é em Itaberaba, e sei das dificuldades daquela gente.
Muito obrigado pela resposta.
Eu sei que seu natal nao deve ser muito alegre pela “coincidência”, o meu também (juro) será um dia pra se lembrar.
Obrigado
Miguez
Deu na Veja: Segredos do Brasil Moreira Salles compra acervo com 1.500 imagens raras do país dos séculos XVI ao XIX. , diz o superintendente executivo do instituto, Antonio Fernando De Franceschi. A imagem principal que ilustra esta reportagem mostra justamente a confluência desses dois formatos.
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tenho livro em perfeito estado de meu bisavô de iconografia de sao paulo de 1925 edição.deste anos quero vende-lo. gostaria quye me colocassem em contato com o sr, moreira salles fundaçã etc. obrigado…
Em Buenos Aires fomos visitar o MALBA. A pintura O Abaporu de Tarsila do Amaral é o carro chefe do livro de apresentação do museu. Meu pai comprou este quadro do Bardi lá no início dos anos 60, e eu convivi com esta tela por mais de 20 anos.
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Ano sabático é um dos meus sonhos de consumo.Beijo
Fala Fernando,bela seleção de fotose e excelentes seus últimos trabalhos, aliás, seu blog é uma extenção de suas obras, bom gosto e criatividade na dose certa. Abraços Strange tonganamilonga.blogger/
"Em 1995, o colecionador argentino Eduardo Constantini arrematou o "Abaporu" num leilão, por US$ 1,3 milhão, na Christie's, casa de leilões de Nova York (EUA). É até hoje o valor mais alto pago por um…
Lucas, concordo em gênero número e grau com o Antonio Callado. O Abaporu nunca deveria ter saido do país, mas pela ótica das nossas ¿otoridades¿, o máximo em preservação da nossa cultura é as igrejas…
[...] a um velho conhecido, que agora mora no MALBA - Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires. é isso, por [...]
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Eu me inscrevi na plataforma Sympla mas não encontrei a orelha ingressos q resultasse em ter acesso ao meu número de ingresso PERDI A LIVE
muito bom fernando vamos nos reinventar com outras obrigado pelo convite abração fbc