Meu filho Antonio foi à Índia para um retiro espiritual, parte de um processo que já vem ocorrendo há alguns anos de mudar de profissão, se tornar um “healer”, um terapeuta conectado com a espiritualidade.
#paris
Foto Bonan Philipp Hugues/Alamo/ABACA Faleceu Christian Boltanski (1944 – 2021) artista francês. Estive com meu filho Arthur nesta exposição dele no Grand Palais em Paris, em Janeiro 2010.
O Musée de l'Orangerie é dessas coisas eternas, maravilhosas, porque entre outras preciosidades que abriga, é a casa permanente das Nymphéas de Claude Monet (1840-1926)…
Andar por Paris, não precisa mais nada! Basta estar perto do Louvre! Encontrar, ali mesmo, um delicioso restaurante! Beleza e sofisticaçãp…
Nada define melhor o Hotel Brach 1-7 Rue Jean Richepin, 16th arr. do que a beleza e o charme de seu rooftop, onde, em meio a canteiros de temperos um galinheiro abriga as simpaticíssimas galinhas Berenice, Eglantine e Suzie! Uma Jacuzzi de frente para a Torre Eiffel! O restaurante.
Final masculina em Roland-Garros é algo que se deve conhecer! O touro Rafael Nadal ao vivo e a cores na tua frente, jogando com uma garra jamais vista é um espetáculo imperdível!
No Musée Picasso Paris a maravilhosa exposição Calder-Picasso…
Vamos dar um pulinho ali em Paris, té já!
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Bela participação no Bial
Obrigado Xará!
Levei a patroa a passear em um fim de semana relaxante… Começamos com um passeio de Mercedes-Benz pela Estrada dos Romeiros, com parada para fotos em Pirapora do Bom Jesus. Na sequência delicioso almoço português no Rancho 53 na Rodovia Castelo Branco.
Sonhei que fazia parte um grupo de estudantes que iria à Faculdade de Arquitetura em Paris para uma palestra.
O grupo era uma mistura dos meus colegas da FAUUSP e do Colégio Santa Cruz.
Em um ônibus chegamos ao Campus, através de um imenso portão de ferro, que se abria sobre algo que tinha a cara da Park Avenue em New York, com as faculdades ocupando grandes prédios ao longo da avenida, e exuberantes jardins em seu centro.
Em uma longa caminhada chegamos ao prédio da Arquitetura, enorme, moderno, com muitas áreas verdes embutidas na parte de baixo de sua fachada.
Através de um pequeno elevador, muito apertado, entramos no prédio e chegamos a uma sala toda de madeira, paredes, teto e piso, onde tínhamos que sentar em uma carteira comprida para cerca de 24 pessoas 12 de cada lado. O processo para sentar era bem complicado, de encaixe, apertado. Na frente de cada lugar vários postais dos anos 40/50 com gravuras e caligrafias.
Nisto a imensa carteira começa a se movimentar e ganha enormes corredores, todos também de madeira, amplos, iluminados, muito bonitos.
Comecei a conversar em francês com uma moça vestida de short azul claro.
Percebi que em algum momento da viagem perdi minha mala cilíndrica listrada de branco e rosa…
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Coincidências da vida!
Pois é Marcio, Jung explica!