Em 1967, com a carteira de motorista recém obtida, Alice Kalil, minha namorada, eu e um casal de amigos, a Isa e o Paulo, viajamos para Brasília, DF, no Opel Commodore A Coupe prata, com capota de vimil preto da minha mãe, que me emprestou o carro.
As máquinas da minha vida Raras coisas me despertam tanto interesse, para não falar tesão, quanto as máquinas e os motores. Na minha adolescência, o foco eram os carros, motos, bicicletas, carrinhos de rolemã e tudo que tivesse rodas e andasse, e as mulheres.
No meio do maravilhoso verde do Haras Larissa os clássicos descansam do 67º Rallye Histórico do MG Club – Haras Larissa. Na seta o Porsche renascido das cinzas… Sandra Pierzchalski, minha navegadora e eu nos deliciamos com o renascimento! Na frente, da esq.
Aprendi a dirigir aos 13 ou 14 anos, com o meu pai em uma Rural Wyllis em Campos do Jordão e com a minha mãe em um Opel Rekord 1960 na praia do Guarujá.
O Opel que vc viajou, em pouco tempo seria o Opala no Brasil
e agora que tem lá em brasilia uma tartaruga no poste? saudades de voce, neguinho. tá otimo seu blog, sempre.
sabe que meu pai tinha um desses? só que era branco. foto linda. lembrança emocionante. fernando, voce é surpreendent…