Uma Semana em Los Angeles Em 1985 eu morava em Nova York e já havia marcado minha volta definitiva ao Brasil para passar o Natal com a família. No dia 23 de novembro, recebi uma ligação do meu querido amigo Jay Chiat (1931–2002): — Hi Fernando! I’m going to LA, would you like to come? Respondi imediatamente: Sure!
Participei de uma única exposição em New York, com trabalhos produzidos lá, durante a minha estadia em 1984/1985. Não me lembro como fiquei conhecendo o Roland Sainz, proprietário, da Jadite Galleries, inaugurada em 1985, mas ele me convidou a participar da exposição coletiva “SPACE AND COLOR” em fevereiro 1986.
Em 1986 realizei uma exposição de parte dos meus trabalhos realizados em New York, na Sala Corpo, espaço de exposições do Grupo Corpo em Belo Horizonte, MG. Fiquei encantado com os mineiros, principalmente porque a minha anfitriã em Minas era a minha namorada mineira, Helena Bricio.
Lá nos anos 80, artista plástico ambicioso, eu queria muito ir morar em New York, uma das soluções seria uma bolsa de estudos em arte, tentei a CAPES – FULBRIGHT para me aperfeiçoar em Artes nos E.U.A, fiquei em segundo lugar, não consegui.
Meu filho Antonio foi à Índia para um retiro espiritual, parte de um processo que já vem ocorrendo há alguns anos de mudar de profissão, se tornar um “healer”, um terapeuta conectado com a espiritualidade.
Sonhei com meu pai Eu estava confortavelmente sentado em uma poltrona debaixo de uma árvore, lendo um artigo da Trip Transformadores de 2019, trajando um terno claro e gravata. O local era um pátio ou um jardim ao ar livre, poderia ser os fundos da casa do Guarujá, quando chegou meu pai Erico, também de terno claro.
22 anos atrás, no fatídico 11 setembro 2001, conhecido posteriormente como 9/11, eu tomava café da manhã no meu apartamento da R. Casa do Ator, na Vila Olímpia, quando a TV começou a mostrar as imagens do ataque ao World Trade Center, as torres gêmeas de New York.
Meu primo Paulo Diederichsen Villares e seu pai Luiz Dumont Villares, ao lado do Aero Commander. Paulo está usando uma bengala porque havia sofrido um acidente de planador, com sequelas na coluna vertebral.
No dia seguinte mais um longo vôo até Miami. Fiquei conhecendo o avião de cabo a rabo, até umas pequenas pilotadas me deixaram fazer. Lembro-me do meu tio Luiz Dumont Villares (1899-1979) assim como está nesta foto. Em Miami cada um dos passageiros foi para o seu lado, meu pai e eu fomos a New York.
Conheci a fotógrafa Beatriz Schiller em New York quando lá morei, 1984-1985. Éramos vizinhos da mesma rua, ela 18E e eu 18W… Hoje conversamos longamente ao telefone, ela está no Brasil para o lançamento de seu livro "Beyond the Flag"…
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