Estávamos na segunda metade dos anos 60 eu e meu amigo Klaus Foditsch fuçando no porão da casa da R. dos Franceses onde eu morava, e encontramos embrulhadas em panos velhos algumas armas, entre elas uma carabina Winchester 44 de repetição, que tinha pertencido ao meu avô Arthur Stickel
Estávamos na segunda metade dos anos 60 eu e meu amigo Klaus Foditsch fuçando no porão da casa da R. dos Franceses onde eu morava, e encontramos embrulhadas em panos velhos algumas armas, entre elas uma carabina Winchester 44 de repetição, que tinha pertencido ao meu avô Arthur Stickel Como o irmão…
Saída de excursão em Campos do Jordão, provavelmente Julho 1960, da esq. para a direita de pé: Klaus Foditsch (falecido) Mauricio Oliveira, Fernando Stickel, Zé, filho do caseiro, Marcelo Oliveira e Marcos Oliveira.
Na minha adolesência eu tinha dois amigos omnipresentes, o Klaus Foditsch (já falecido) e o Mauricio Oliveira (mora atualmente nos E.U.A.) Ambos estimulavam, cada um à sua maneira, a minha paixão pelas máquinas e automóveis.
A respeito de armas, tenho duas histórias trágicas da minha adolescência, a primeira é sobre o suicídio do meu amigo Luis Antonio da Silva Telles. Ele era mais velho que nós, seus colegas de classe no Colégio Visconde de Porto Seguro, que tínhamos na média 15 anos.
As tragédias das chuvas me afetaram, atingindo pessoas próximas:
As tragédias das chuvas me afetaram, atingindo pessoas próximas: 1. Meu falecido amigo de infância e adolescência Klaus Foditsch tinha uma irmã, Erika, casada com o Manolo (Manuel Morón Robles), com os quais convivi muito nos anos 50 e 60.
Na minha incansável missão de adolescente em busca de dois nirvanas, as máquinas e as mulheres (muito mais bem sucedido nas máquinas…), as raras oportunidades de "pilotar" estavam sempre conectadas às férias ou aos fins de semana, quando os pais, tios ou amigos, após muita insistência da minha…
Sonhei com meu falecido amigo de infância Klaus Fridrich Foditsch. Eu descia a rua Barão de Aguiar, onde ele morava, sentado no ar, com muita calma, muita paz, uma sensação deliciosa.
Na minha adolescência eu era absoluta e totalmente tarado por máquinas e velocidade. No início era a bicicleta e os carrinhos de rolemã, andava quase sempre com o meu já falecido amigo Klaus Foditsch, depois guiar motos e carros, o que houvesse motor para acelerar e correr.
Na minha infância e adolescência brinquei muito no Aeroporto de Congonhas. Meu amigo Klaus Foditsch (já falecido) morava na Rua Barão de Aguiar, a poucas centenas de metros da cabeceira da pista, e nós vivíamos por ali, andando de carrinho de rolimâ, de bicicleta, fuçando no aeroporto, que era…
Esse cara aí na foto do Joaquim Marques é o Klaus Fridrich Foditsch, foi meu amigo íntimo, sentávamos juntos nas carteiras duplas do primeiro ano primário no Colégio Visconde de Porto Seguro, na Praça Roosevelt.
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