Este é provavelmente o meu primeiro trabalho de comunicação visual, pois naquela época ainda não se falava em design gráfico. Por alguma razão que não me lembro, me voluntariei para fazer o convite de formatura do Colegial do Colégio Santa Cruz, em 1968, fui à luta e o resultado ficou bastante bom!
#flavio di giorgi
Em 1971 casei com Maria Alice Kalil e convidei o Frederico Nasser para ser meu padrinho. Durante alguns anos, Frederico frequentou assiduamente nosso apartamento na Rua Hans Nobiling. Éramos amigos íntimos, ele aparecia com presentes, uma bebida, um desenho do Evandro Carlos Jardim.
O livro “sentimentos humanos: origem e sentidos” ficou pronto! Acaba de chegar da gráfica. É sempre uma sensação deliciosa pegar no objeto livro, sentir seu peso, seu volume, folhear as primeiras páginas.
1 comentário
Por favor, onde comprar o livro do professor Flávio Di giorgio?
“Sentimentos humanos: origem e sentidos” Será lançado na próxima quarta-feira, dia 17 de Abril, a partir das 19 horas no teatro do Colégio Santa Cruz (Av. Arruda Botelho, 255, Alto de Pinheiros, São Paulo-SP), o livro “Sentimentos humanos: origem e sentidos”.
1 comentário
que livro fantástico, bela homenagem ao seu professor, único e raro nos dias de hoje. Adorei o título do livro: sentimentos humanos. parabéns.
Faleceu hoje o Prof. Flavio Vespasiano Di Giorgi (1933-2012) Ele foi meu professor de português no colegial do Colégio Santa Cruz, lá no final dos anos 60.
3 comentários
Fui aluno dele em 1975, também no Sta Cruz. Não me lembro de aulas tão interessantes, desde então. Seu conhecimento e empolgação eram fascinantes e contagiantes. Como segui a área biológica (na époc…
Fui sua aluna! Admirava muito sua sabedoria, inteligência, aprendi e usei ! Sou grata, ao Professor Flávio Di Giorgi, pois sempre esteve presente em minha trajetória, como Professora, escritora, pales…
Sim, Lurdinha, o Flavio era muito especial e inspirador!
Ana Cristina Cintra Camargo, Beati Giorgi e Elisa Bracher (Licó) no ateliê de xilogravura do Instituto Acaia. A Ana e a Licó tocam o trabalho fantástico que o Instituto faz na comunidade carente da Vila Leopoldina, atendendo jovens de 6 a 18 anos, proporcionando aulas de marcenaria, música, artes,…
15 comentários
[…] confirmar. No ano passado, em pleno recolhimento da pandemia, me dediquei a pesquisar e contar esta história, talvez a mais ambiciosa e completa que fiz até […]
Uma escrita deliciosa que nos faz passear por uma época e amigos maravilhosos. Obrigado querido
Obrigado Carlos!
Que delícia ler a Escola Brasil por um de seus participantes! Completamente diferente de ler uma fria descrição em livro... por favor escreva mais, Fernando, certamente tem mais histórias em seu baú!
Obrigado Francis! Estou escrevendo!