Em Campos do Jordão no jardim da casa da família, cerca de 1954, à esquerda eu, meu pai Erico de pé, sentado Joaquim da Cunha Bueno Marques e no canto direito minha mãe Martha.
#erico stickel
Minha educação sexual foi praticamente inexistente, meu pai Erico jogou na minha mão aos 13 anos de idade um calhamaço ilustrado chamado “A nossa vida sexual” de autoria do Dr. Fritz Kahn (1888-1968), médico e divulgador científico de origem alemã, editado pela Civilização Brasileira.
Participei do VIII Salão Nacional de Artes Plásticas, promovido pela FUNARTE, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ) em dezembro 1985.
Meu amigo boliviano Manuel Ramiro Iturralde Jahnsen (Manuco) foi meu colega de classe no Colégio Visconde de Porto Seguro, seu irmão mais velho Francisco Xavier Iturralde Jahnsen também estava no Porto Seguro. A família morava em Higienópolis na R. Alagoas 162, e eu vivia por lá.
Meu pai foi muito amigo do artista plástico, curador e diretor da Pinacoteca do Estado Emanuel Araújo (1940-2022). Moravam no mesmo bairro, a Bela Vista, e se frequentavam sempre com o tema da arte à mesa.
Em outubro 1999 houve uma exposição coletiva de arte no estúdio do meu ex-aluno de desenho Naji Ayoub. Eu era um dos artistas expositores, me lembro também de Marcella Sion e Andre Balbi.
Meu pai Erico (1920-2004) era um ser engraçado… Ele e minha mãe Martha odiavam a ostentação da vida social, as festas, as roupas e as jóias vistosas, e jamais comentavam eventos sociais e/ou colunas sociais, eles eram bem low-profile, circulavam em um meio de arquitetos, músicos, intelectuais.
Descobri que meu pai Erico e eu fizemos o mesmo curso na Fundação Getúlio Vargas, o Intensivo de Administradores. Ele fez a 10ª edição em 1958 aos 38 anos de idade e eu a 48ª edição em 1976, aos 28 anos de idade.
A HISTÓRIA DA FUNDAÇÃO STICKEL – Parte 7 A atividade filantrópica da família Stickel não ficou restrita apenas à Fundação Stickel.
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