E esta foi minha resposta: Caroline, Participei da exposição coletiva "Como vai você, Geração 80", no Parque Lage, Rio de Janeiro, RJ em 1984, quase que por acaso. Soube por amigos que os convites para participar estavam sendo feitos, mexi meus pauzinhos e fui convidado nos últimos instantes pelo curador Marcus Lontra.
Em 1971 casei com Maria Alice Kalil e convidei o Frederico Nasser para ser meu padrinho. Durante alguns anos, Frederico frequentou assiduamente nosso apartamento na Rua Hans Nobiling. Éramos amigos íntimos, ele aparecia com presentes, uma bebida, um desenho do Evandro Carlos Jardim.
Em 1985 morei em New York na rua 18 West, quase esquina com a 5ª avenida. Eu sabia que Marcel Duchamp tinha morado ali perto na rua 11, e na página 127 do meu livro “aqui tem coisa” tem um desenho meu alusivo a este assunto.
A chegada ao hotel, de taxi, não foi simples, pois não há uma recepção como nos hotéis tradicionais, aqui é tudo no estilo "faça você mesmo", então não tem carregador de mala, nada disso… A recepção te entrega a chave do quarto, e vire-se…
A chegada ao hotel, de taxi, não foi simples, pois não há uma recepção como nos hotéis tradicionais, aqui é tudo no estilo "faça você mesmo", então não tem carregador de mala, nada disso… A recepção te entrega a chave do quarto, e vire-se… Na nossa primeira visita à Suécia ficamos em Stockholm no…
O artista plástico Cassio Michalany no portão de seu estúdio na R. Lourenço de Almeida, Vila Nova Conceição, início dos anos 80. Abaixo o texto que escrevi sobre o artista, publicado na Revista Arte em São Paulo Nº 1, editada por Luis Paulo Baravelli em 1981. C. M.
Durante muitos anos era proibido divulgar a imagem que se vê pelo buraco na porta, obrigando a quem quisesse ver a obra-prima de Duchamp a ir ao museu.
Visitei em 1985 a cidade com mais arte nas ruas que jamais vi, e o Philadelphia Museum of Art, que guarda a maior coleção de obras de Marcel Duchamp. Estou observando a obra máxima de Duchamp, Etant donnes: 1 la chute d'eau, 2 le gaz d'eclairage (Given: 1. The Waterfall, 2.
O filme Salário do Medo (1953) que assisti na minha adolescência, com Yves Montand, me marcou muito, era um drama sobre o transporte de um caminhão carregado de nitroglicerina. Eu só não sabia que o diretor do filme era Henri-Georges Clouzot, um dos "monstros sagrados" do cinema.
se a caroline quiser contato com o hilton berredo que tb foi da geração 80, ele é meu sócio e posso colocar ela em conta…
stickel, coincidentemente vi ontem um documentário sobre o fernando luchesi que, em alguns comentários, também vê essa c…
AH acho que deve ser essa mesma foto que está acima do texto. É que ela está sem referência e não percebi.Então dispenso…