O tempo, a memória e o Dormonid Há uma semana atrás, no dia 14/9/2017 acompanhado da minha mulher Sandra entrei no hospital às 8 horas da manhã para realizar cirurgia de hérnia inguinal do lado esquerdo. Após recepção e check-in subimos para um quarto provisório, o definitivo só após a cirurgia.
A preparação. A necessidade é a mãe da invenção. Minha datilografia sempre foi péssima, cato milho razoavelmente com a mão direita. Com o ombro direito operado fui descobrir uma nova maneira de datilografar, existe um recurso no Mac para ditado, que acabo de acionar. Funciona bem.
Colonoscopia. Perdi um dia inteiro com este troço. Eu sei, eu sei, precisa fazer, recomenda-se este exame preventivamente a partir dos 50 anos, etc…, mas que dá a sensação de um dia perdido, dá.
A operação de catarata. Vejam o efeito do DORMONID, estou completamente relaxado, não faz nem 2 minutos que saí da sala cirúrgica, o Dr. Marcelo Cunha não demorou mais que vinte minutos na cirurgia. Sandra me colocou o café da manhã na mão, e lá estou eu feliz da vida.
É mole? Algo como treze milhões e meio de dólares…
É mole? Algo como treze milhões e meio de dólares… Amanhã cedo opero a catarata do meu olho esquerdo. Vou passar o dia dormindo e falando portunhol, efeito do DORMONID que vão me injetar nos canos. Na sexta-feira eu conto como foi.
Dez e meia da manhã chego com a Sandra à clínica do Dr. Marcelo Cunha, para a cirurgia de catarata. Tudo muito eficiente e profissional, depois que o dormonid entra nos canos, mal me lembro do que aconteceu. Dormi bastante, a Sandra pingou vários colírios, li jornal, vi TV, e até este blog está dando pra fazer.
Fernando, você está diferente! Que bom que já saiu do hospital. Abraços.