Meu primo Paulo Diederichsen Villares e seu pai Luiz Dumont Villares, ao lado do Aero Commander. Paulo está usando uma bengala porque havia sofrido um acidente de planador, com sequelas na coluna vertebral.
No dia seguinte mais um longo vôo até Miami. Fiquei conhecendo o avião de cabo a rabo, até umas pequenas pilotadas me deixaram fazer. Lembro-me do meu tio Luiz Dumont Villares (1899-1979) assim como está nesta foto. Em Miami cada um dos passageiros foi para o seu lado, meu pai e eu fomos a New York.
O curso de fotografia "Ponto Convergente" que estou fazendo no Madalena Centro de Estudos da Imagem já provocou vários movimentos no meu pensamento, um deles foi a vontade rever fotos antigas, sejam cópias únicas em papel (os negativos sumiram) ou cerca de 700 slides (cromos) sepultados há 40 anos…
Não conheci pessoalmente o meu Xará, Fernando de Arruda Botelho (1948-2012), falecido ontem em um acidente com um avião North American T-28 Trojan, utilizado na Guerra do Vietnã. Gostaria de tê-lo conhecido, acho fascinante pessoas que desenvolvem uma paixão até os últimos limites, no caso dele, os aviões.
Sonhei com o meu pai, Erico Stickel. Havia no meio do mato uma espécie de garagem, um galpão de madeira, e eu precisava decolar com um pequeno avião de dentro deste galpão, cuja porta abria para a floresta.
Na minha infância e adolescência brinquei muito no Aeroporto de Congonhas. Meu amigo Klaus Foditsch (já falecido) morava na Rua Barão de Aguiar, a poucas centenas de metros da cabeceira da pista, e nós vivíamos por ali, andando de carrinho de rolimâ, de bicicleta, fuçando no aeroporto, que era…
Sergio, leio todos os comentários sim! Adorei teu comentário, seja bemvindo!
Não sei se você ainda lê esses comentarios mas não posso deixar de contar minhas lembranças, hoje tenho 63 sou piloto ap…
Vai postando as fotos!!!