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Meu avô Arthur Stickel.

Lembro-me tão bem dele, em São Paulo sempre de terno e gravata, com um alfinete de pérola na gravata.

Quando ele vinha nos visitar na nossa casa na R. dos Franceses tomava sempre um uísque com gelo em copo baixo, daqueles bem pesados de cristal. Na hora de despedir era a barba picando no meu rosto de criança e o suave aroma do uísque. Lembranças indeléveis.