Falávamos da idéia de viver ou morrer. Meu marido me disse:

– Nunca me deixe viver em estado vegetativo, dependendo de uma máquina ou de líquidos de uma garrafa. Se você me vir neste estado, desligue os artefatos que me mantém vivo.

Num ato de misericórdia, desliguei a televisão e levei a cerveja.