assalto
Na última sexta-feira aconteceu algo surpreendente.
Cerca de 19:45 estávamos Sandra e eu parados no trânsito na Av. Brig Faria Lima, na pista da direita a cerca de 50 metros da entrada da R. Pinheiros, onde tem um posto de gasolina.
Conversávamos animadamente quando um barulho irritante na janela do motorista me fez olhar para fora, vi um sujeito feio, batendo no vidro e gesticulando, o que me irritou e instintivamente acelerei para escapar daquela situação.
Em milésimos de segundo avaliei a rota de escape, quando o carro começou a se mover vislumbrei o fulano erguendo sua camisa, subi na calçada, e saí na R. Pinheiros.
Enquanto isso a Sandra falou: -Ele quer o relógio!!
Não vi a arma, minha mente não registrou o episódio como uma tentativa de assalto, e sim como uma situação desagradável, eu simplesmente não queria contato com aquele fulano irritante, e me mandei, sem pensar.
Acho que o bandido deve ter ficado mais surpreso do que eu.
A cena toda foi tão rápida e natural, sem estresse, que menos de meia hora depois estávamos tranquilamente jantando.