Estamos vivendo no Brasil a glorificação da estupidez, a banalização da incompetência e o uso do vocábulo foda-se com a mesma naturalidade de um bom dia ou obrigado.
Jogar uma moça da ponte sem corda, bater o Porsche bêbado, destruir, aleijar e matar, assassinar a mulher, estuprar a criança, roubar o celular, todas estas barbaridades nos assolam diuturnamente e assumem uma dimensão de “normalidade” intolerável.
Some-se a isso que hoje quem roubar menos de um bilhão é trouxa, objeto de desprezo, e os Vorcaros da vida riem na nossa cara, reinando do alto de suas delações fajutas, todos confiando na impunidade geral, ampla e irrestrita, se não já, daqui a pouco.
O desmonte ético e moral como política de estado iniciado em 2003 e apoiado por todos os matizes políticos parece atingir a perfeição. Rouba-se sem pudor, prevarica-se escancaradamente, pode tudo, ninguém vai preso, todos os amigos do rei enriquecem, o cidadão comum com medo de sair de casa e assaltado também por impostos escorchantes.
Em um país em que a educação só piora, que saída teremos?
E se alguém ainda tem dúvida sobre o que estou falando, experimente ter uma conta no BB ou na Caixa, e conheça o Brasil profundo no desprezo dos funcionários públicos por você, a incompetência e a má vontade em te atender, o puro suco do estatismo que destrói o Brasil.
GRU Terminal 3