Quino, cartunista argentino autor da Mafalda, desiludido com o andar da carruagem…

Nós, mais velhos, que brincamos na rua na nossa infância, o sonho de consumo era uma bicicleta, só tinha um telefone preto de disco na casa, no meu caso nem TV, o máximo de transgressão era ler no quarto escuro com lanterna, etc… sabemos e sentimos tudo disso, mas… e a geração do meu neto Samuel, que completou três meses ontem, como vai se virar nesta desgraceira em que se transformou o mundo?

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