Quino, cartunista argentino autor da Mafalda, desiludido com o andar da carruagem…
Nós, mais velhos, que brincamos na rua na nossa infância, o sonho de consumo era uma bicicleta, só tinha um telefone preto de disco na casa, no meu caso nem TV, o máximo de transgressão era ler no quarto escuro com lanterna, etc… sabemos e sentimos tudo disso, mas… e a geração do meu neto Samuel, que completou três meses ontem, como vai se virar nesta desgraceira em que se transformou o mundo?

Penso na mesma coisa. Meu afilhado tem 2 anos e conhece mais funks que eu…
Emanuel, meu neto tem 3 meses, estou aguardando o momento dele começar a falar, o que será que virá??!!
Quino é igual sempre.
Digo isso positivamente, já vi outros quadrinhos dele bem antigos com esta mesma mensagem.
Me lembro de um onde a Mafalda enrolava um globo (o planeta terra) com umas ataduras porque seus pais diziam em casa que o mundo estava mal…
🙂
Zé, pois é, ainda mais depois do aquecimento global e os vazamentos de petróleo, o mundo tá precisando de um band-aid…
Bobajada romântica e primitivista do excelente, mas aqui equivocado, Quino. Nunca estivemos tão bem, tempo de vida, saneamentto basico, um padrão de vida muito bom para um numero excepcional de gente, conciência ecológica, alimentar, liberdade para as mulheres, internet aumentando nossa capacidade, nossos potenciais para além dos sonhos mais extremos e por aí vai. Daí vem este artista e só vê tristeza, que idiota.
Oswaldo, que bom que você se sente bem! Eu já não tenho tanta certeza…
Você reparou como o Dunga é a cara do Miguelito, o do mercadinho?
abraço gde.
Martinez, vou ver!
Stickel, olha no espelho e em volta de voce; é uma ofensa a D’us uma pessoa tão afortunada como voce – em todos os sentidos – não comemorar a maravilha que estamos vivendo… é só olhar para os lados e para tras…
Oswaldo, realmente sou um afortunado, não me conformo, sempre procuro evoluir, incorporo as novas tecnologias na minha vida, mas procuro não deixar que elas suplantem os bons e velhos valores…