ESTUDANTE DO BRASIL
Letra: P. Barbosa e A. Taranto
Música: Raul Roulien
Estudante do Brasil!
Tua missão é a maior missão:
Batalhar pela verdade,
Impor a tua geração!
Estribilho
Marchar, marchar para a frente!
Lutar incessantemente!
A vida iluminar,
Idéias avançar!
E, assim, tornar bem maior,
Com todo ardor juvenil:
A Raça, o Ouro, o esplendor
Do nosso imenso Brasil!
Estudante do Brasil,
Orgulho da Nação, tu hás de ser!
O Brasil almeja, ansioso,
Que cumpras sempre o teu dever.
Voce acordou cheio de patriotismo ou é puro desepero frente às barbaridades planaltinas ???
abrs
JMR
Jô, é puro desespero perante as agruras do TCC… Entoar o hino ajuda a entrar no clima!
Por trás da campanha da universidade existe uma verdade que não é dita, ela é bonitinha e ordinária.
Ao jovem protagonista de nosso tempo fica a atitude, a escolha por agir com a verdade. Essa atitude não está no mundo acadêmico, está na formação familiar, no berço onde aprendemos as primeiras regras da decência e da honra. Essa é a primeira missão o primeiro dever de todos…
Ensino aos meus filhos fazerem cada um a sua parte com a verdade, mesmo que essa lhes traga desconfortos no relacionamento social.
O dever ético é nobre, essa nobreza não se compra se conquista.
Roberto, estás coberto de razão!
Ei Fernando,
Força!………….
Dá trabalho o trabalho a ser feito, mas tenho certeza que irá brilhar. Como sempre!
Adorei o hino.
Me fez voltar aos tempos de colégio de freiras… Nem te conto! A dupla esfolada – Dor e Covelo – está engraçada demais. ….rs…rs…rs..
Abraço,
Ridículo. Tinha que ser da UNI-BUUM!!!
Lá nos idos de 1955. no meu terceiro ano primário no Grupo Escolar Dr Francisco Monlevade em Campo Limpo Paulista, na primeira formatura da Semana no pátio da escola, cantavamos o hino NACIONAL e em seguida iamos marchando para a sala de aula cantando com todo o Espírito Cívico este belo hino: ESTUDANTES DO BRASIL. A nossa diretora chamava-se Dona Aurora. Escola de SP.
Estudei nos anos de 1950 até 1954 na Escola Santana da Vila Prudente. Minha professora tinha o nome de Antonieta Ferroni e era muito brava.
Todo término da última matéria da aula do dia, ficavamos em pé e cantavamos essa música. Embora eu fosse muito criança na época para entender o significado dessa civilidade, fico contente de ter participado dela e fico triste de ver ao ponto que chegamos hoje com os estudantes atuais no mesmo nível de aprendizagem para a vida.