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Crônica de um desastre anunciado.

No Brasil não existe a cultura da MANUTENÇÃO.

As coisas são feitas, os prédios são construidos, os carros são produzidos, e em sua gigantesca maioria os usuários se esquecem de cuidar daquilo que usam.

Após a tragédia ocorrida no Teatro Cultura Artística aparece a tese de um jovem arquiteto da FAUUSP, com o título “Patologias, Origens e Reflexos no Desempenho Técnico-Construtivo do Edifício”, apontando exatamente para a falta de manutenção do prédio.

Aonde estavam os sprinklers?

Para que serve um piano novo, mesmo com seguro?

Os únicos aspectos positivos desta tragédia são a ausência de vítimas e a sobrevivência do painel de Di Cavalcanti. Talvez sobre também a lição de que nada é para sempre, que é necessário modernizar prédios antigos, incorporar novas tecnologias, etc…, etc…