No “Dia de Fazer a Diferença” quase todas as crianças fizeram “bungee-jump”, e vários voluntários também, entre eles a Sandra, meu filho Arthur e eu.
Alguns com mais desenvoltura, outros com um pouco de medo… O moleque em detalhe era simplesmente um atleta em formação, corria, pulava, fazia cambalhotas, uma graça!

Tenho uma sobrinha com 6 anos de idade, parece ter mais e chama-se Rebeka.
Ela tem fácia elasticidade nas articulações e verbalizou o desejo de trabalhar em um circo. O único problema é que a família dela é muito carente não dispondo de dinheiro disponóvel para o custo de um curso deste. Gostaria de obter informações sobre locais que dão oportunidades para crianças participarem de testes sobre atividades circences.
Obrigada,
Célia.
Das apresentações das fotos tiradas nos Safari fotográficos no Clube Transatlântico, às tiradas gozadoras com os alunos, como quando minha colega da carteira ao lado bocejou e ele exclamou que ela ia cometer uma fagocitose com o colega da frente, eram marca registrada de um professor que não ensinava por obrigação mas sim por amor