Chegaram 700 currículos à mesa do diretor. Ele diz para sua secretária:
– Pegue os 30 que estão no topo da pilha e chame-os para entrevistas, jogue os restantes na máquina fragmentadora.
– O senhor está louco? São 670 pessoas! Talvez os melhores estejam lá!
– Eu não preciso de gente sem sorte…
É uma lógica mordaz, mas não deixa de ser lógica: se o universo é regido pelo acaso, por que as entrevistas não haveriam de ser? Sensacional essa.
Já vi coisa parecida com isso acontecer.
Uau! Não acreditava que fosse assim. Impressionante.