Chegamos!
Amanhã conto tudo!
Mas já posso adiantar que o aeroporto principal da superpotência em Cumbica continua uma bosta, é o caos aéreo não resolvido, mais uma vez a tristeza ao chegar de volta ao Brasil.

humi
Vocês que me prestigiam com a leitura destas mal traçadas devem se perguntar:
– Será que o Fernando não tem coisa melhor para fazer do que reclamar do aeroporto toda a santa vez em que passa por lá?
Pois é.
O fato é que eu reclamo sim, mas com o único objetivo de melhorar. Não é possível que o “Brasil Potência” encarado no bom sentido continue a oferecer a quem chega, tanto faz se são os filhos da casa ou os estrangeiros, situações que beiram a humilhação.
Filas enormes se formaram às 22:00, atravancando as escadas, e nenhum funcionário para organizá-las, o espaço delimitado pelas fitas, vazio.
Depois de um bom tempo aparece um mal humorado, com a mão no bolso, crachá no peito e aquele insuportável ar de quem não quer trabalhar, está de saco cheio e se lixando para aquele monte de pessoas, e abre as fitas.
Nos guichês da Polícia Federal a cena se repete, o sistema eletrônico de chamada não funciona, e os fiscais ficam gritando “PRÓXIMO!!” Ninguém enxerga qual o guichê livre, ou seja, o caos.
Lá pelas tantas quatro fiscais saem de seus guichês e começam a conversar, a fila para. Finalmente uma mais simpática simplesmente confere a foto no passaporte, liberando os infelizes rapidamente e a fila volta a andar.
É uma vergonha para mim, brasileiro, e uma humilhação para qualquer estrangeiro.