autoretrato
“Selfie” com Pentax, 1970.
Lidar com a memória, cutucá-la, estimulá-la e recuperá-la com o auxílio de imagens é fascinante!
Depois que comecei a abrir as caixinhas de plástico cheias de slides, as memórias começaram a borbulhar! É bom lembrar da minha câmera Pentax, enorme condutor deste processo.